
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Postado por Aline Oliveira às 22:35 0 comentários
Porque se envergonhar por expor seus sentimentos...
É tão bonito Amar ter alguém sempre aqui dentro...

Postado por Aline Oliveira às 09:28 0 comentários
Marcadores: Aline Oliveira
domingo, 10 de outubro de 2010
Adoro essa letra. Seu Maxixe ( coração sem noção)

Foi fulminante
Balançou meu coração
Parei na tua
Te quero toda pra mim O teu olhar
Se tem “neguinho” já de olho em você
Se está fechada a porta do seu coração
Faço de tudo só pra imaginação
Tente entender...
Quero você...
Atravesso o pólo norte de shortinho
Entro descalço no vulcão em erupção
Faço um assalto e roubo o seu coração...
Postado por Aline Oliveira às 22:43 0 comentários
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Aprendi que ...
o tempo cura, que a magoa passa e que decepção não mata, que hoje é reflexo de ontem, que os verdadeiros amigos permanecem, que os falsos graças a Deus vão embora, que a dor fortalece. Aprendi que sonhar não é fantasiar, que a beleza não está no que vimos e sim no que sentimos. Que o segredo da vida é viver.
Postado por Aline Oliveira às 17:44 0 comentários
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Confiança!
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Postado por Aline Oliveira às 11:21 0 comentários
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Caio Fernando de Abreu
" Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar. "
" Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão. "
" Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada. "
Postado por Aline Oliveira às 10:51 1 comentários

